A importância da reflexão financeira para o futuro.

 

Pessoas conscientes desejam ter no futuro uma renda mensal de proventos de aposentadoria que lhes proporcione mais conforto. Todavia, considerando que o INSS vem achatando anualmente os proventos dos aposentados, torna-se imperioso que a pessoa seja previdente e comece a participar de um plano de Previdência Complementar. Existem dois tipos de Plano de Previdência: Aberto e Fechado. O primeiro, Aberto, é instituído e oferecido por Bancos e Seguradoras nas modalidades PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre). São Planos com altas taxas de administração, chamadas também de taxas de carregamentos, pois os Instituidores buscam lucros, o que acarreta numa reserva pouco atraente ao Participante. 

A do tipo Fechado é  acessível a grupos específicos de pessoas, sendo mais comuns os fundos criados especificamente por uma associação e oferecidos com ausência de taxa de carregamento, pois não buscam lucro, tornando a reserva muito atraente. A vantagem de um plano Fechado sobre um Aberto é justamente o custo de manutenção que, por não visar lucro, será sempre menor quanto maiores forem as reservas. Com efeito, as despesas de manutenção dos planos Fechados são fixas e custeadas pela receita dos investimentos que crescem mensalmente frente àquele custo fixo. 

Tanto no plano de previdência aberto quanto no plano de previdência fechado, é preciso optar pela tabela progressiva ou regressiva de tributação (imposto de renda) sendo a mais interessante a regressiva, porque depois de 10 anos, incide a alíquota fixa de 10% sobre os saques, mesmo que a base de cálculo da qual tenha abatido as contribuições vertidas ao  plano Fechado ensejasse alíquota bem superior. Em caso de detalhes esclarecedores sobre a matéria aqui tratada formule a dúvida no campo espaço  “Fale conosco”, no site da Abesprev.